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08 dezembro 2008

DINGOBEL

Poisé! Natal tá chegando. Quando eu era pequeno que morava lá em Barbacena, as crianças todas acreditavam em Papai Noel. Eu, na verdade, sempre desconfiei. Sei que ele nunca deixou presente debaixo da minha cama. Quem me presenteava eram meu pai e minha mãe. Nunca nem disseram “foi Papai Noel que mandou”. Eles também nem se atreveriam a dizer isso, até porque eu não era abestalhado, não acreditaria mesmo. Algo sempre me dizia que o bom velhinho era uma invenção dos donos das lojas só para venderem nesta época. Mas é minha mania de botar taxa nas coisas. Papai Noel existe. Eu fiz foi ver. Aqui em Teresina tem uns trinta. Só no Teresina Shoping são cinco.

Sei que dizem que no Natal comemora-se o nascimento de Cristo. Na verdade, nem sei se algum dia Cristo nasceu. Este, sim, sei que sempre existiu. O triste é que todo mundo fala em Jesus, comemora o nascimento dele, mas pouco se fala do que nosso Mestre fez até ser crucificado, do que representa essa trajetória, do legado deixado para nós. Como diria minha mãe, falam muito em festa e esquecem da religiosidade, do quão é importante este momento. Na minha mania de contrariar, enquanto todos cantam “dingobel” vou deixar aqui abaixo algo que, talvez, possa nos estimular a uma reflexão. Se não gostar, desculpe-me! É que hoje estou meio “down”.


A Sentença de Cristo

“No ano de Tibério César, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca Invencível, na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio, do Romano Império, no ano de setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia; Quinto Sérgio, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, Pôncio Pilatos; regente, na baixa Galiléia, Herodes Antipras; pontífice do sumo sacerdote, Caifás; magnos do templo, Alis Almael, Robas Acasel, Franchino Ceutauro; Cônsules romanos da cidade de Jerusalém; Quinto Cornélio Sublime e Sixto Rusto, no mês de março e dia XXV do ano presente – Eu, Pôncio Pilatos, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe – Cristo Nazareno – e Galileu de nação, homem, sedicioso, contra a Lei Mosaica – contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se Filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando tributo a Cezar, tendo ainda o atrevimento, de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpua e coroado de espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que se conduza Jesus ao monte público da Justiça, chamado Calvário, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: Jesus Nazarenus, Rex Judeorum. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: Rabam Daniel, Rabam Joaquim Banicar, Banbasu, Laré Petuculani. Pelos fariseus: Pullieniel, Simeão, Ranol, Babbine, Mandoani, Bancurfossi. Pelos Hebreus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: Lúcio Sextilo e Amacio Chilicio.”



BONA CARBURETO
Essa aqui é engraçada, mas foi verdade. Bona Carbureto, famoso político das bandas de Campo Maior, principalmente, pelas suas tiradas. Ele dá, mas também pega muitas pauladas na política. Não fica a se lamentar pelos cantos: “Podem bater à vontade, pois enquanto o pau sobe e desce, o espinhaço descansa”, assim dizia ele.

Acusado publicamente de estelionato por adversários e credores, ele se defende: “Aqui e acolá passo cheque sem fundo, mas sou um cidadão honesto”.

Certo dia, ele recebe ligação de um gerente de banco:

- Deputado, sua letra venceu.

- Venceu, é ?

- Venceu, sim, deputado.

- Pois eu não esperava nem que ela empatasse.

3 Comments:

Blogger Larissa said...

É quase o Seu Lunga!!

5:34 PM  
Blogger Larissa said...

É quase igual ao Seu Lunga!!

5:35 PM  
Blogger Francislucia said...

[DINGOBEL]Aaaaaa num tava down não. Tava bunitim q só!

5:02 PM  

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