MÃE HEROINA
Tenho certeza que a pessoa mais importante da minha vida é a minha mamãezinha. Não por fatores biológicos, que isto é obvio, mas pelo que ela me ensinou. Ter paciência, respeito, dedicação pelas pessoas que gostamos, e até mesmo por aquelas que não gostamos. Ela nunca chegou pra dizer: "meu filho, faça assim". Ela fazia. Inconsciente, naturalmente. Ao ver, eu aprendia. E a melhor forma de ensinar, não é falando, dando ordens, mas com o exemplo.
Minha mãe nunca precisou de dinheiro para nos agradar (nós, os três filhos). Quando alguém fazia aniversário, não precisava de "presentão". O maior presente era uma festinha para convidar parentes e amigos, onde ela fazia cada decoração da casa com as próprias mãos, peça por peça, com um amor que reluzia em todo o ambiente.
Ensinou também sobre o amor. Mostrou a importância de se compreender que é possível amar as pessoas diferentes da gente. Um filho é mais ignorante que o outro; que é mais preguiçoso que o outro; que é mais mal educado que o outro. E, como disse um amigo meu, David Meneses, "função difícil essa de mãe": a fiel da balança entre os filhos. Realmente, amor é compreensão e aceitação. Hoje entendo que na vida a compreensão é mais importante que o conhecimento. Nada de regrinhas, tipo: mãe tem que ser desse ou daquele jeito. Mãe, na verdade, é aquela que faz o máximo que pode ser feito. Mãe é uma heroína. Faz o que for necessário e enfrenta as conseqüências.
Por isso, neste dia das mães, também quero parabenizar as mães carentes, que não puderam oferecer uma educação digna aos filhos; as pobres que só têm no peito, o único alimento; entre outras mães decepcionadas por serem incapacitadas, seja pela violência que sofrem dos maridos, ou por serem rejeitadas, abandonadas na família. Mamães, não se entristeçam! Se tem uma coisa que acredito é em Deus. Ele é testemunha do seu esforço, que certamente, um dia será recompensado.
Parabéns mamães de todo o mundo, pelo heroísmo, quase sempre, esquecido no anonimato.
Minha mãe nunca precisou de dinheiro para nos agradar (nós, os três filhos). Quando alguém fazia aniversário, não precisava de "presentão". O maior presente era uma festinha para convidar parentes e amigos, onde ela fazia cada decoração da casa com as próprias mãos, peça por peça, com um amor que reluzia em todo o ambiente.
Ensinou também sobre o amor. Mostrou a importância de se compreender que é possível amar as pessoas diferentes da gente. Um filho é mais ignorante que o outro; que é mais preguiçoso que o outro; que é mais mal educado que o outro. E, como disse um amigo meu, David Meneses, "função difícil essa de mãe": a fiel da balança entre os filhos. Realmente, amor é compreensão e aceitação. Hoje entendo que na vida a compreensão é mais importante que o conhecimento. Nada de regrinhas, tipo: mãe tem que ser desse ou daquele jeito. Mãe, na verdade, é aquela que faz o máximo que pode ser feito. Mãe é uma heroína. Faz o que for necessário e enfrenta as conseqüências.
Por isso, neste dia das mães, também quero parabenizar as mães carentes, que não puderam oferecer uma educação digna aos filhos; as pobres que só têm no peito, o único alimento; entre outras mães decepcionadas por serem incapacitadas, seja pela violência que sofrem dos maridos, ou por serem rejeitadas, abandonadas na família. Mamães, não se entristeçam! Se tem uma coisa que acredito é em Deus. Ele é testemunha do seu esforço, que certamente, um dia será recompensado.
Parabéns mamães de todo o mundo, pelo heroísmo, quase sempre, esquecido no anonimato.

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